Assim que cheguei aqui, escrevi um texto para o amigos relatando da minha primeira semana em Curitiba. Vou colocar aqui para melhor deixar guardado. =)
"Agora,
com a cerveja ao lado, sozinha em casa, começo a escrever sobre essa
minha primeira semana em Curitiba. É triste saber que estou "aqui", e,
enquanto isso, as meninas estão em um barzinho, se divertindo.. mas não
é nisso que quero chegar agora.
Eu vivi tanta coisa na última
semana que parece que estou "longe de casa" há muito mais que uma
semana... Não é que eu tenha vivido as coisas intensamente. Não, não é
isso. Mas como tudo é muito novo, elas são vistas de forma totalmente
diferente. Daqui a pouco elas se tornam normais, e o intenso de hoje,
passa a ser o normal de amanhã.
É engraçado que a pergunta que mais me fazem nos últimos tempos é "E ai, tá gostando de Curitiba?". E quando me perguntam isso, eu fico a me questionar.. Gostar? Nossa, tá muito cedo pra falar. Mas uma coisa não posso negar: Curitiba tem me surpreendido positivamente.
Então, vamos por partes. Deixa eu ir citando tópicos pra vocês.
O Mestrado.
Gente, segunda e terça eu era MUITO feliz nesse mestrado. Assim como eu coloquei no que escrevi sobre meu primeiro dia de aula, é muito bom voltar pra universidade e saber que eu não sei porra nenhuma. No entanto, estou ali para aprender. E é disso que eu tenho gostado: aprender, trocar conhecimento, se desesperar! É um foda lasca, posso assim dizer. As pessoas que conheci por lá, tão sendo ótimas e super recepcionam bem. Um parentese para agradecer a Eve, que conheci na seleção, e tem sido uma fofa, sempre! E juntamente a tudo isso, minha orientadora, que é muito boa. Muito boa talvez seja pouco pro que ela é. É, sou babona mesmo.
A Cidade, a frieza, os costumes
É totalmente diferente de Fortaleza. Totalmente mesmo. Tem subidas pra tudo que é lado, só pra começar a história. O transporte público, pelo o que vi, de fato funciona. É engraçado que dentro do ônibus fica uma gravadora dizendo "próxima estação é tal". Ah, é difícil não falar parada e falar ponto. Eu sei que já rodei que só, não me perdi, nem passei muito tempo esperando ônibus. E o mais legal é chegar nos lugares rápidos. Com essas vias só pra ônibus tudo fica mais fácil. Pra terminar o assunto "busão", é legal as campanhas que eles fazem dentro dos ônibus, contra mochila nas costas, vandalismo, respeite a preferencial. Nossa, nunca me senti tão mal de sentar nas cadeirinhas amarelas.
A cidade tem muito verde, árvores, ruas largas, lixeiros pra tudo que é lado. E ela pede, grita: TENHA um namorado. E é que não chegamos no inverno ainda... Mas é bem isso mesmo, banquinhos, árvores que chamam você pra fazer um chamego com a pessoa desejada. Ai, vou mudar de assunto.
Com relação a frieza, eu não senti muito isso não. Eu trato logo de dizer "sou do Ceará", e tudo acaba bem. É o comportamento sendo adequado às situação vivenciadas. Tem uns pias (isso, gíria daqui, é tipo "meninos") que eu fiz amizade no ônibus que foi divertido. Eles estavam na deles, eu insisti na conversa (pra eles carregarem meu material), e no final, me ajudaram, foram solícitos.
Cada vez mais penso: cara de pau é super necessária.
Então, "daí".. Gírias novas a todo momento. E eu tenho a impressão que eles não entendem o que eu digo e eu não entendo direito.
Amália: "Qual o ônibus que eu pego pra tal lugar?"
Fulano: "Pega o chachachacha".
É, tava sendo dificil entender o que eles tavam querendo dizer.
Os velhos. Nossa, o que são os velhos daqui? Eles foram os mais solícitos e legais. Pegam ônibus, interagem, e ainda com sorriso no gosto, que tive gosto!
Sobre sair sozinha:
Tem sido uma experiência muito: estranha!! Hehehe. Querendo não, em Fortaleza eu conheço vocês, uma galera, sempre tem pelo menos uma pessoa pra sair. E aqui não. Não nessa semana. E aí eu vou deixar de fazer o que gosto por causa disso? Não! E fui pro Maracatu, pra feira gastrotronomica, pra um show de uma cara iradissimo de "musicas no violão do sul do país".
E pra quem pensa: "pra Amália é fácil, rapido ela se comunica. Nada, pessoas. Eu tenho vergonhas também. Fico sem saber onde "coloco as mãos". eheheheh
O meu amigo chegou e vou beber a cerveja e interagir com ele. Ao fundo, estamos escutando Netinho. hehehe
Beijo em todos e até breve!"
É engraçado que a pergunta que mais me fazem nos últimos tempos é "E ai, tá gostando de Curitiba?". E quando me perguntam isso, eu fico a me questionar.. Gostar? Nossa, tá muito cedo pra falar. Mas uma coisa não posso negar: Curitiba tem me surpreendido positivamente.
Então, vamos por partes. Deixa eu ir citando tópicos pra vocês.
O Mestrado.
Gente, segunda e terça eu era MUITO feliz nesse mestrado. Assim como eu coloquei no que escrevi sobre meu primeiro dia de aula, é muito bom voltar pra universidade e saber que eu não sei porra nenhuma. No entanto, estou ali para aprender. E é disso que eu tenho gostado: aprender, trocar conhecimento, se desesperar! É um foda lasca, posso assim dizer. As pessoas que conheci por lá, tão sendo ótimas e super recepcionam bem. Um parentese para agradecer a Eve, que conheci na seleção, e tem sido uma fofa, sempre! E juntamente a tudo isso, minha orientadora, que é muito boa. Muito boa talvez seja pouco pro que ela é. É, sou babona mesmo.
A Cidade, a frieza, os costumes
É totalmente diferente de Fortaleza. Totalmente mesmo. Tem subidas pra tudo que é lado, só pra começar a história. O transporte público, pelo o que vi, de fato funciona. É engraçado que dentro do ônibus fica uma gravadora dizendo "próxima estação é tal". Ah, é difícil não falar parada e falar ponto. Eu sei que já rodei que só, não me perdi, nem passei muito tempo esperando ônibus. E o mais legal é chegar nos lugares rápidos. Com essas vias só pra ônibus tudo fica mais fácil. Pra terminar o assunto "busão", é legal as campanhas que eles fazem dentro dos ônibus, contra mochila nas costas, vandalismo, respeite a preferencial. Nossa, nunca me senti tão mal de sentar nas cadeirinhas amarelas.
A cidade tem muito verde, árvores, ruas largas, lixeiros pra tudo que é lado. E ela pede, grita: TENHA um namorado. E é que não chegamos no inverno ainda... Mas é bem isso mesmo, banquinhos, árvores que chamam você pra fazer um chamego com a pessoa desejada. Ai, vou mudar de assunto.
Com relação a frieza, eu não senti muito isso não. Eu trato logo de dizer "sou do Ceará", e tudo acaba bem. É o comportamento sendo adequado às situação vivenciadas. Tem uns pias (isso, gíria daqui, é tipo "meninos") que eu fiz amizade no ônibus que foi divertido. Eles estavam na deles, eu insisti na conversa (pra eles carregarem meu material), e no final, me ajudaram, foram solícitos.
Cada vez mais penso: cara de pau é super necessária.
Então, "daí".. Gírias novas a todo momento. E eu tenho a impressão que eles não entendem o que eu digo e eu não entendo direito.
Amália: "Qual o ônibus que eu pego pra tal lugar?"
Fulano: "Pega o chachachacha".
É, tava sendo dificil entender o que eles tavam querendo dizer.
Os velhos. Nossa, o que são os velhos daqui? Eles foram os mais solícitos e legais. Pegam ônibus, interagem, e ainda com sorriso no gosto, que tive gosto!
Sobre sair sozinha:
Tem sido uma experiência muito: estranha!! Hehehe. Querendo não, em Fortaleza eu conheço vocês, uma galera, sempre tem pelo menos uma pessoa pra sair. E aqui não. Não nessa semana. E aí eu vou deixar de fazer o que gosto por causa disso? Não! E fui pro Maracatu, pra feira gastrotronomica, pra um show de uma cara iradissimo de "musicas no violão do sul do país".
E pra quem pensa: "pra Amália é fácil, rapido ela se comunica. Nada, pessoas. Eu tenho vergonhas também. Fico sem saber onde "coloco as mãos". eheheheh
O meu amigo chegou e vou beber a cerveja e interagir com ele. Ao fundo, estamos escutando Netinho. hehehe
Beijo em todos e até breve!"
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